Após celebrar em janeiro o Dia Internacional da Educação, o CPDJudo celebrou em fevereiro o Dia Internacional da Justiça Social com um programa especial para dar ARE aos jovens.
Num contexto educativo onde o foco está no desenvolvimento cognitivo e nas avaliações, o CPDJudo procura acrescentar algo essencial aos jovens: ARE — Autonomia, Responsabilidade e Empatia.
O programa começa por dividir a “sociedade” pela cor dos cintos — atribuídos aleatoriamente neste dia — ou através de um baralho de cartas. A partir daí, recria a corrida de um rei muito bondoso.
O rei era bondoso. Permitiu que todos participassem e o prémio era muito bom (€€€€€€€€). Mas será que a corrida era justa?
Os mais pobres partiam de
barriga no chão. Os de classe média partiam de gatas. Os mais ricos de pé. O seu filho partia de onde quisesse e dizia quando começava a corrida.
Um a um, os participantes foram desafiados a criar a corrida mais justa.
Durante o processo, surgiram reflexões (in)esperadas:
Todos começaram nas mesmas condições?
Ter oportunidade é o mesmo que ter igualdade?
Onde começa a responsabilidade de cada um?
Quem garante que o processo é justo?
Mais do que uma dinâmica, é uma experiência.
Uma oportunidade para compreender que justiça social não é apenas um conceito — é uma construção coletiva, que exige consciência, responsabilidade e empatia.
O CPDJudo acredita que programas como este complementam o ensino formal, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais à vida em sociedade, em consonância com os valores promovidos pela UNESCO: direitos humanos, cultura de paz, inclusão e desenvolvimento sustentável.
Para mais informações sobre este e outros programas educativos, o CPDJudo encontra-se disponível para colaborar com estabelecimentos de ensino e instituições interessadas.













