José António Falcão em entrevista ao Diário de Notícias

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“Terras sem Sombra” é, na definição da própria organização, “mais do que um festival. Podemos dizer que é a temporada artística que faltava ao Alentejo porque começa em janeiro e termina em julho e volta em setembro/outubro”. Trata-se de uma iniciativa que procura construir o Alentejo como um destino de arte e natureza. Assenta em três pilares: a música, o que designamos por música erudita, mas também o património cultural e cada vez mais a salvaguarda da biodiversidade. É um festival itinerante que circula por vários concelhos do território e para fruir dele não são precisos bilhetes, já que todas as atividades são de acesso livre. O Festival Terras sem Sombra reúne, desde 2013, música, património e biodiversidade num acorde sereno, que soa para além da planície.

O historiador de arte José António Falcão e ainda diretor geral do Terras sem Sombra e colaborador ativo do Centro UNESCO para a Arquitetura e a Arte Religiosa, em entrevista ao Diário de Notícias, apresenta mais ao detalhe este festival que associa música clássica, património cultural e biodiversidade. O Festival Terras sem Sombra é uma iniciativa da sociedade civil que pretende contribuir para tornar acessível, a todos, a notável tradição artística e cultural da região, presente nos centros históricos, nos monumentos, nas paisagens, cruzando-a com as áreas e espécies protegidas, a gastronomia e os produtos locais de excelência.

Para ler a entrevista na íntegra: https://www.dn.pt/edicao-do-dia/16-ago-2019/interior/no-islao-do-alentejo-a-poesia-os-cultos-do-vinho-e-da-mulher-tinham-um-papel-grande-11208645.html