Fundação Adfp Assinala Solstício de Verão e o Dia Mundial do Refugiado

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O Dia Mundial do Refugiado instituído em 2000 pela ONU e comemorado a 20 de Junho, será assinalado pela Fundação ADFP de Miranda do Corvo, com um programa educativo e recreativo entre a comunidade mirandense e os utentes da Residência Paz.

Logo pela manhã decorrerá uma ação no Centro Infantil, onde algumas das crianças sírias, e filhas de sírios mas nascidas em Portugal, se encontram. Consiste numa atividade lúdica intercultural que envolve ambas as comunidades, com pais e filhos.

A partir das 14H, no Centro Educativo de Miranda do Corvo, onde estudam algumas destas crianças, realizar-se-á uma ação de sensibilização através do jogo pedagógico “Refugiados”, com a colaboração do Instituto de Apoio à Criança. Esta atividade tem por objetivo sensibilizar as crianças, colocando-as no lugar do outro, para dessa forma terem uma visão diferente para a questão dos Refugiados.

O principal objetivo é, através dos currículos, fazer com que as escolas que acolhem crianças migrantes promovam o diálogo intercultural.

A tarde finaliza com atividades desportivas e um lanche intercultural, com o contributo da comunidade de refugiados e que se realizará na Fundação ADFP.

DIA 21 DE JUNHO, SOLSTÍCIO DE VERÃO, NO TEMPLO ECUMÉNICO UNIVERSALISTA

Às 11h07, de quinta-feira, inicia o Verão, e no Templo Ecuménico Universalista irá se comemorar o Solstício. A ADFP fará uma atividade que junta utentes de todas as valências da instituição, nomeadamente da Residência Paz. A ideia é ter um grupo representativo, sem olhar a diferença de idade, género, cultura, nacionalidade, etnia ou limitação… um apelo à fraternidade, e uma demonstração de igualdade entre todos na natureza e a exigência de liberdade para podermos evoluir. Mais uma ação que sensibiliza e chama à atenção do respeito e tolerância entre as pessoas.

O Solstício é o ponto da eclíptica em que o Sol atinge a altura máxima e mínima em relação ao equador. O único dia do ano em que os raios solares incidem perpendicularmente sobre a Terra. Em várias culturas ancestrais e nas regiões pagãs os solstícios são comemorados com rituais ao Sol, simbolizando a vitória da luz sobre a escuridão.

Recordamos que na abóbada central do Templo Ecuménico Universalista, existe um rasgo na cobertura que permite, diariamente, o Sol, ao meio-dia solar, crie um ponteiro de luz a iluminar/indicar o centro do Templo. É uma referência aos antigos adoradores do Sol, provavelmente uma das mais primitivas formas de religiosidade.